Um dos parques mais visitados do Rio
Fundado em 1808 pelo príncipe regente Dom João VI, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro inicialmente era uma fábrica de pólvora (as ruínas ainda estão lá) e um jardim de aclimatação para espécies da flora trazidas de outras partes do mundo. Com o tempo, tornou-se um centro de pesquisa e conservação da flora brasileira, abrigando mais de 6.500 espécies de plantas e atraindo centenas de animais nos seus 137 hectares, dos quais cerca de 54 são abertos à visitação. É certamente um local de descompressão, relaxamento, passeios livres e guiados e, claro, muita fotografia.
A cerca de 1 km de distância está outro parque famoso, o aprazível Parque Lage, que certamente merecia uma página neste livro, mas por conta de restrições de uso de câmera fotográfica por lá, vou apenas deixá-lo citado aqui.
Para não perder a foto
• Antigamente ensaios fotográficos profissionais (gestantes, casais, famílias, etc.) eram livres no Jardim Botânico (JB). Atualmente é preciso agendar e pagar por uma autorização. Mas, se você for fotografar o seu passeio, a paisagem ou os animais, com a câmera a tiracolo, não há o menor problema.
• Duas lentes são essenciais no JB: a teleobjetiva, para os animais, e a grande-angular, para composições abertas preenchendo a imagem com suas belas árvores, como nas alamedas das Palmeiras Imperiais.
Melhor Horário
• O Jardim Botânico tem horário de visitação. Se quiser pegar o parque vazio, opte preferencialmente por dias de semana, e procure chegar o mais cedo possível, pois além da luz ser mais suave, você também verá muitos animais circulando ainda tranquilos pelo Arboreto, que é a área visitável do JB.
Acessibilidade
• Há estacionamento (4 vagas) para carros com adesivo de PcD. O parque é servido por alamedas de terra batida, e há carrinhos elétricos circulando, de segunda a domingo, a cada 30 minutos.